26/01/10

Hoje em dia a fotografia é barata?!!?Não gostou das fotos?Apaga e pronto!....Será mesmo???

Olá pessoal, passei por aqui rapidinho pra deixar um texto que fiz hoje, enquanto tomava café da manhã.....rsrsrsr. Espero que gostem.

Hoje em dia a fotografia é barata?!!?Não gostou das fotos?Apaga e pronto!....Será mesmo???

Provavelmente você já deve ter comentado ou deve ter pelo menos ouvido essa frase: “hoje em dia a fotografia é barata, não gostou da foto ? não tem que revelar, apaga e pronto!”......mas infelizmente , não é bem assim.A tecnologia pode sim ter nos facilitado em alguns quesitos mas de uma forma geral posso dizer que com certeza a fotografia não sai tão barata quanto parece.Por que?

Ok, vamos começar pelo item “computador”, sim, pois é , precisamos de um se quiser- mos ter onde pelo menos deixar as fotos.......e hoje em dia com o aumento da qualidade das fotos, mais pesados são os arquivos, sendo assim, é necessário investir em equipamento de qualidade. Depois vem os acessórios, cd, DVD, pen drive etc , Ah, os cartões de memória, sim mais os cartões , senão onde armazenar toda essa quantidade de fotos disponível !?.....Lembrando que todos esses materiais precisam de constante atualização.

Agora o item “Pós produção”, precisamos de aplicativos para poder editar nossas fotos
( qualquer pessoa deseja hoje pelo menos “cortar” algo na sua foto, algo que não gostou , e programas de edição mais aprimorados com maior qualidade como Photoshop e Lightrom custam caro. Lembrando que esse item também precisa de atualizações.


E a “Internet”?.....precisamos dela, pois assuntos de fotografia que nos interessam achamos grande parte lá, sem contar nos sites, blog, portfólio, hospedagem, domínio, flickr, orkut, twitter, email enfim nossos contatos e meio de divulgação estão quase todos lá.Me refiro ao custo mensal para manter tudo isso.

E por fim mas com certeza não menos importante e nem um pouco “barato”são os equipamentos fotográficos: É IMPRESSIONANTE a rapidez com que nossos equipamentos perdem a sua “validade”e em um mercado acirrado é quase impossível achar que da pra “ir levando com o que tem” por muito tempo.....Novas tecnologias, câmeras, lentes, flashs etc, consequentemente novos também.

Uma vantagem dessa era digital mas que também inclui gastos é a de praticar muito, pois assim podemos melhorar o nível das fotos e obter grande qualidade nas mesmas.

E uma Grande desvantagem da fotografia digital: fotos são guardadas nos computadores, e vivemos no mundo dos vírus digitais. Assim as pessoas em sua grande parte não revelam suas fotos pela comodidade de às ter em casa no computador mas não se dão por conta de que a qualquer momento podem perder tudo por vírus ou outros apetrechos que adoram invadir nossos computadores, ou ainda roubos de equipamentos, ou por um PC que pifou e daí aquela foto (melhor dizendo arquivo, pois enquanto não a imprimimos não considero “foto de fato”) que era importantíssima, cheia de significados que ia pro álbum para mais tarde relembrar momentos bons e mostrar para as pessoas que gostamos simplesmente não existe mais. Enfim, por esses e outros motivos não considero a fotografia de hoje barata, acredito que o custo se equivale a era analógica.

Então vai a dica (que tenho aplicado para mim também lógico): Podemos estar na era digital, mas pelo menos seria bom que providenciássemos as impressões das fotos que mais gostamos para depois essa tecnologia que se diz tão “barata” não acabar custando “caro”, afinal fotos são a memória viva dos melhores momentos de nossas vidas.
(TEXTO POR CRIS MOTTA)

22/01/10

A importância do Fundo na Fotografia.

Hoje sei  o que me encomodava tanto, ao olhar certas fotografias e acredito que você já deve ter percebido isso também.......Parecia que havia uma espécie de poluição visual ao olhar, e havia mesmo, era o fundo tirando a atenção do assunto. Agora é uma de minhas prioridades ao fotografar, cuidar o fundo que irei compor na fotografia  para chamar o "olhar" para onde ele realmente deve se deter, o assunto principal. .Estou postando algumas dicas que encontrei e achei interessante dar uma olhadinha.


(Texto por Eliane Tarrataca)

           Tenho observado que muitas pessoas calculam a entrada de luz, arrumam o foco e escolhem qual a melhor velocidade para fotografar o assunto desejado, mas esquecem de um elemento de extrema importância de uma imagem: o fundo. É impossível obter uma ótima fotografia se ela não tiver um fundo que complemente o assunto. Na maioria dos casos, devemos optar por um fundo neutro, ou seja, ele não deve interferir e nem roubar a atenção do assunto principal. Até mesmo porque ele pode acabar modificando o significado da fotografia. Por isso é tão importante começar a prestar mais atenção em tudo o que estiver enquadrado.
Também não podemos esquecer que nem sempre o fundo é agradável, um ambiente “pavoroso” compromete, e muito, o resultado final. Mas nada que um ângulo diferente não resolva. Por exemplo, se você quer fotografar alguém, mas tudo atrás da pessoa é desequilibrado, aproveite o céu azul ou nublado – que também dá ótimos resultados.
Outra sugestão é usar uma teleobjetiva (que também possui um ângulo de aceitação menor) com a maior abertura possível. O resultado é um fundo presente, mas totalmente desfocado, destacando o objeto principal da imagem.
Quer um exemplo legal? Fotografar uma noiva com a igreja toda (parte externa) no fundo, levemente desfocada, de um ângulo diferente (por baixo, por exemplo) resultará em uma imagem muito mais atraente e comunicativa que uma simples foto de uma noiva sorridente na frente de porta com um enquadramento centralizado. Entende?
Não podemos nos preocupar apenas com as medições de iluminação, velocidade e foco. A fotografia é muito mais que isso.

19/01/10

Sou Fotógrafa Profissional Amadora!

Uma constante confusão  no meio da fotografia, que tenho observado muito é quanto aos termos "fotógrafo amador"  e "fotógrafo  profissional", onde os conceitos deveriam ser definidos e entendidos pela sua própria origem  e não para qualificar as fotos nem muito menos quem as fotografa.Acabei encontrando um texto da fotógrafa Claudia Regina  que esclarece de forma simples e objetiva a real definição de amador e profissional, para que fique claro essa confusão.Segue o texto abaixo e Boa leitura!

  Sou uma profissional amadora!

Às vezes vejo uma concepção estragada da definição de “profissional” e “amador”. Vejo pessoas se referindo ao profissional como aquele que sabe fazer boas fotos e o amador como aquele que ainda não sabe. Isso não faz sentido!
A palavra profissional, como é de se imaginar, vem de Profissão. Já a palavra amador vem do latim amator, que significa Amante. Nos sentidos originais da palavra o profissional é simplesmente aquele que faz da Fotografia a sua profissão, enquanto o amador é aquele que faz da Fotografia um hobbie, porque é o que ele ama fazer. No passado poderia existir alguma diferença de qualidade entre um e outro, mas hoje com o acesso facilitado às possibilidades de fotografar isso não existe mais. Hoje tanto o profissional quanto o amador têm as mesmas chances de fazer lindas fotos. A diferença é que um deles também é empresário e vende a fotografia.

O mundo em tempos de câmeras baratas

Vejo muitos que trabalham com foto se queixando de toda essa facilidade de acesso à Fotografia. Dizem que o mercado está cada vez mais prostituído e que os amadores estão tirando o trabalho dos profissionais. Eu penso o contrário. Acredito que essa facilidade de acesso é maravilhosa para aqueles que realmente gostam e se dedicam a saber Fotografar.
Para deixar claro: desde que cada fotógrafo ofereça ao cliente aquilo que pode entregar está tudo bem! Existem clientes para todo tipo de fotógrafo e preços. Não existe mercado prostituído se você sabe o que está fazendo.
Ao invés de uma profissão elitizada e somente nas mãos daqueles com dinheiro para cobrir custos altíssimos vemos gente super talentosa que conseguiu seu espaço justamente porque a fotografia hoje é mais barata, o conhecimento mais acessível e o reconhecimento mais democrático.
Pessoas talentosas que nunca teriam uma chance a 20 anos atrás por não terem nascido em berço de ouro, não terem acesso ao conhecimento ou não terem os contatos certos para conseguir reconhecimento.
Ao contrário dos xiitas que acreditam que “tanta gente fotografando” atrapalha a Fotografia a verdade é que isso só ajuda. Vamos a um exemplo:
Em 1989 foi feita uma foto histórica na Tiananmen Square. Um homem se colocou na frente de um tanque e o fotógrafo Jeff Widener estava lá para registrar. Ele não precisou fazer um primor da composição, nitidez e exposição. Ele registrou o momento e será reconhecido eternamente por isso.
E se isso acontecesse hoje? Seriam centenas de fotógrafos (e mais algumas centenas com seus celulares) registrando a cena. Não é mais preciso simplesmente estar lá! Para que algum deles pudesse realmente se destacar seria preciso muita técnica para fazer uma foto espetacular.

A facilidade de acesso na realidade aumentou a qualidade das nossas fotografias

Isso é tão óbvio que fico até com vergonha de dizer: o fato de que mais de quatro mil fotos são enviadas por minuto no o Flickr só faz com que a qualidade do fotógrafo seja cada vez mais essencial. Como se destacar dessas milhares de fotos? Procurando fazer fotos perfeitas em todos os aspectos!
E o melhor: todos têm a chance de fazer essas fotos e de conseguir o reconhecimento por isso.
Hoje eu não posso ser simplesmente profissional. Tenho que ser uma profissional e também amar a Fotografia. (Texto da Fotógrafa Claudia Regina)

17/01/10

Livros sobre fotografia - cardápio completo!

ATILIO AVANCINI
Coleção: ARTISTAS DA USP
Autor: AVANCINI, ATILIO
Editora: EDUSP
Assunto: COMUNICAÇAO-FOTOGRAFIA

Atílio Avancini registra em 72 fotografias em preto-e-branco instantes que refletem práticas do cotidiano de 12 cidades do mundo. Elas foram tiradas num período de 18 anos (1986-2004), durante atividades profissionais ou simples visitas a diferentes países. São, segundo ele, uma espécie de diário, buscando não somente o visível, mas também o indiferente, o aleatório. Nelas, o espaço público foi o cenário escolhido para o registro da dinâmica de cidades como Budapeste, Paris, São Paulo, Goiás Velho entre outras. Mesmo de lugares diferentes, os relances da vida urbana captados pela lente do fotógrafo trazem algo em comum - a relação do corpo humano com objetos e espaços familiares. Inspirado no trabalho do fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson (1908-2004), Avancini utilizou o recurso técnico do instantâneo, fixando o tempo e permitindo a permanéncia do acaso, do flagrante que jamais se repetirá.




Fotografia & História:
BORIS ROSSOY, ATELIE EDITORIAL 2001
"Fotografia & HistÓria", edição revista e ampliada, aborda as relações entre o documento fotográfico e as informações que ele nos traz de um fato passado, apesar de não substituir a realidade. Trata-se de uma incursão pioneira no âmbito dos estudos da imagem, que tem se constituído em obra de referência obrigatória para historiadores, cientistas sociais e estudiosos da comunicação.


Realidades e Ficções na Trama Fotográfica
ATELIE EDITORIAL, 2000

Um conjunto de texto que o autor vem desenvolvendo nos últimos anos, onde, segundo Kossoy, a imagem fotográfica contém em si realidades e ficções. Refletindo sobre os mecanismos mentais que regem a construção da representação, do signo (produção) e a construção da interpretação (recepção), o autor chama a atenção para uma característica encoberta, nebulosa, inerente da imagem fotográfica (pré e pós-materialização documental - e portanto de ficções - que ela permite, e que se estriba em sua ambígua e definitiva condição de documento/representação. Um processo que é desvendado de forma didática e que contribui para a percepção dos fundamentos estéticos próprios da fotografia.




Ensaios sobre a Fotografia
Susan Sontag - Companhia das Letras, 2004

Esta obra é um livro que fez história no âmbito dos estudos da imagem. Publicado no Brasil originalmente em 1983, reúne seis ensaios escritos na década de 70, em que a romancista e filósofa Susan Sontag analisa a fotografia como fenômeno de civilização, desde o aparecimento do daguerreótipo, no século XIX. O resultado é uma história social da visão, demonstrando o seu lugar central na cultura contemporânea. Sontag extrapola os domínios da técnica da fotografia - enfoque que desliga a prática fotográfica do quadro social que a inventa e consome -, abrangentes e reflexivas, as análises dialogam com a filosofia, a sociologia, a estética e a arte pictória. A erudição da autora não se traduz, porém em hermetismo. Seu estilo é simples, direto, leve e sedutor, marca de uma das mais atuantes intelectuais da atualidade. "A realidade com tal, é redefinida pela fotografia". escreve ela ao discutir as relações entre os acontecimentos e as imagens produzidas a partir deles. Sontag mostra como as noções de fato e representação se embaralham nas sociedades indústriais e consumistas onde "tudo existe para terminar numa foto"



Diante da Dor dos Outros
Susan Sontag, Companhia das Letras 2003

Imagens do sofrimento são apresentadas diariamente pelos meios de comunicação. Graças à televisão e ao computador, imagens de desgraça se tornaram uma espécie de lugar-comum. Mas como a representação da crueldade nos influencia? O que provocam em nós exatamente? Estamos insensibilizados pelo bombardeio de imagens? Em Ensaios sobre a fotografia, publicado no Brasil no começo dos anos 1980, Susan Sontag abordou o tema em termos que definiram o debate pelas décadas seguintes. Aqui, faz uma nova e profunda reflexão sobre as relações entre notícia, arte e compreensão na representação dos horrores da guerra, da dor e da catástrofe. Discutindo os argumentos sobre como essas imagens podem inspirar discórdia, fomentar a violência ou criar apatia, a autora evoca a longa história da representação da dor dos outros - desde As desgraças da guerra, de Francisco de Goya (1746-1828), até fotos da Guerra Civil Americana, da Primeira Guerra Mundial, da Guerra Civil Espanhola, dos campos nazistas de extermínio durante a Segunda Guerra, além de imagens contemporâneas de Serra Leoa, Ruanda, Israel, Palestina e de Nova York no 11 de setembro de 2001. Num texto preciso e provocador, Sontag levanta questões cruciais para a compreensão da vida contemporânea. De sua reflexão surge uma formulação surpreendente e desafiadora: a relevância dessas imagens depende, em última instância, da maneira com que nós, espectadores, as encaramos.



O Ato Fotográfico e Outros Ensaios
PHILIPPE DUBOIS, Papirus 2003

A foto não é apenas uma imagem (o produto de uma técnica e de uma ação, uma figura de papel em sua clausura de objeto finito), é também um ato icônico, uma imagem, se quisermos, mas em trabalho, algo que não é possível conceber fora de suas circunstâncias. A foto é uma imagem-ato que não se limita apenas ao gesto da produção (o gesto da tomada), mas que inclui o ato de sua recepção (sua “contemplação”). Vê-se por aí o quanto esse meio mecânico implica a questão do sujeito, especialmente do sujeito em processo

 Introdução à Análise da Imagem
MARTINE JOLY, Papirus 2003

Essa obra propõe uma análise da mensagem visual fixa (quadro, fotografia, cartaz), necessária à abordagem de mensagens mais complexas (imagem em seqüência, animação, filmes). Questiona as significações da imagem e os problemas que esta suscita quanto à sua natureza de signo. Os exemplos metodológicos são bem desenvolvidos e servem de apoio a evocações teóricas básicas.




Ensaio sobre fotograia para uma filosofia da técnica
Vilém Flusser, Relógio DÁgua.



A Câmara Clara
ROLAND BARTHES, Edições 70 2003

Obra derradeira do espírito criador de Barthes, esta meditação sobre a imagem fotográfica constitui simultaneamente uma apaixonada meditação sobre a vida e sobre a morte. Por detrás do universo fotográfico, para além da imagem que a câmara fixa, há todo um universo que se condensa no momento do disparo. Roland Barthes aproveita as imagens fotográficas para meditar sobre a condensação do minuto que passa e, sobretudo, como base para uma profunda reflexão sobre a vida e a morte. Obra derradeira do espírito criador de Barthes, A Câmara Clara é uma meditação profunda e apaixonada sobre o universo vivo, através de algumas das suas imagens.



Fotografia e Antropologia
Rosane Andrade, Estação Liberdade. 


fonte: http://www.fotografiacontemporanea.com.br/v07/bibliografia.asp


Fotografia em preto e branco... para ser vista com um olhar mais demorado...

Porque ainda se usa fotografia em preto e branco ?

A fotografia nasceu em preto e branco, ou preto sobre o branco, no inicio do século 19. Todos os princípios da fotografia foram descobertos ou desenvolvidos antes do surgimento da fotografia colorida.
Alguns fatores que contribuíram para isso:
- a fotografia em PB se tornou uma opção artística
- os filmes PB tem maior riqueza de tons
- a falta de cor torna a imagem registrada mais distante do nosso olhar (colorido), o que facilita a busca de um registro além da realidade, ou de uma outra realidade. Seria a poesia fotográfica
- a fotografia em PB facilita a abstração das imagens, o que nos permite criar algo que não é um registro, mas sim algo novo, algo por si mesmo, enfim, arte
  - a fotografia em PB e tornou um diferencial
- a fotografia em PB desperta saudosismo
- sem a presença das cores podemos perceber melhor as formas, expressões e tonalidades.














Texto de Yuri Bittar

11/01/10

Cruz Alta por meus olhos.......

CRUZ ALTA...

O nome Cruz Alta advém de uma grande cruz de madeira mandada erguer pelo padre jesuíta Antonio Sepp, logo após a fundação de São João Batista, um dos Sete Povos Missioneiros. Tempos depois, a cruz alta tornou-se ponto de invernada e um local de pouso para tropeiros oriundos das fronteiras com a Argentina e Uruguai, que se dirigiam até a Feira de  Sorocaba para comercialização de animais. No início do século XIX,
cerca  de  15  quilômetros  mais ao  Norte do  local inicial onde foi erguida a cruz, surgiu o povoado que deu
origem à cidade.



CRUZ ALTA...  Nossa Senhora de Fátima...

O nome dela é Cruz Alta,  tem como padroeiro o Espírito Santo, mas  a  maioria  dos  cruz-altenses sente-se
amparada mesmo é por Nossa Senhora de Fátima. A santa imponente, que do alto    do   Bairro São Miguel
observa seus devotos, vê uma cidade com cerca de 70 mil habitantes, fundada na longínqua 1682 pelos padres jesuítas.










 CRUZ  ALTA... Érico Veríssimo...

Cruz Alta foi berço de importantes personalidades gaúchas, como o escritor Erico Verissimo, ele nasceu em 17 de dezembro de 1905. Erico, que faleceu em 28 de novembro de 1975, ainda é, hoje, o maior escritor gaúcho. Sua vasta obra contempla clássicos da literatura brasileira como Incidente em Antares, Solo de Clarineta e Olhai os Lírios do Campo, mas sua maior referência é a trilogia O Tempo e o Vento, na qual narra 200 anos da vida da família Terra-Cambará, tendo como pano de fundo a história do Rio Grande do Sul. Os personagens de Erico, como Ana Terra e o Capitão Rodrigo Cambará, por sua força e  universalidade, saíram das páginas de seus livros e ganharam vida em filmes, seriados de TV e no imaginário popular.



CRUZ  ALTA ...   A lenda da panelinha...

Conta a história que havia um arroio que se chamava Panelinha, cujas águas serviam para matar a sede dos tropeiros que levavam mercadorias do interior do Rio Grande do Sul para Sorocaba, São Paulo. As índias da região davam de beber a esses tropeiros e eles sempre retornavam. A partir disso, foi se solidificando a crença de que “quem bebe da água da Panelinha, sempre volta”. Com o passar do tempo ergueram-se casas à beira da Panelinha, e lentamente esse povoado virou cidade.




Fonte do texto: http://www.gazetadosul.com.br

10/01/10

O que antes era imperceptível aos olhos...


               Quantas vezes não devo ter passado por um lugar assim e não percebi certos detalhes , detalhes esses que só fui valorizar depois que comecei a fazer parte desse mundo de quem "escreve com a luz ". Hoje me pego olhando para os lugares mais "imperceptíveis" e consigo ver ali uma bela foto.Quando ouvi  em uma das aulas de fotografia que deveria observar os reflexos que se formam naturalmente  por onde passamos, de início tive dificuldade de "enchergar"  dessa forma, mas depois que fiz as primeiras fotos, não parei mais. Hoje no trajeto de casa fico observando a procura de reflexos que ainda não tenha "enchergado" e tenho certeza que existem muitos por aí que ainda não tenha visto. Me sinto uma privilegiada em  conseguir observar esses detalhes antes imperceptíveis em um mundo hoje em que não se tem tempo para nada nem para ver o que está a frente dos nossos olhos.   



 

 






09/01/10

Desfazendo o Mito dos Megapixels

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Acontece com todos nós: o momento em que descobrimos que mais “megapixels” e melhores fotos não são necessariamente a mesma coisa. Se ver livre do errôneo “mito do megapixel” – o equivalente desta década do “mito dos megahertz” – pode levar um consumidor a uma crise existencial em miniatura.
A descrença, a princípio, dá lugar a uma espécie de auto-questionamento embaraçoso: “quer dizer que 15 megapixels não é três vezes melhor que 5 megapixels? O modelo deste ano não é melhor que o do ano passado? Gastei toda aquela grana “atualizando” meu equipamento… para nada?”.
O consumidor, em pânico, se vê então diante da escolha entre abandonar de vez os eletrônicos e se tornar um ludita, ou aprender sobre a tecnologia por trás das câmeras e tomar as rédeas de suas decisões de compra.
Ao escolher o segundo caminho, ele logo se dá conta de que nem tudo está perdido. As novas gerações de câmeras digitais e filmadoras, que quase sempre tem “mais megapixels” ou resoluções mais altas, ainda assim tendem a produzir excelentes imagens.
Mas há muito mais no sensor de uma câmera digital que a resolução. Entender o básico pode acabar lhe convencendo que, pelo menos neste ano, comprar o modelo do ano passado é uma ótima idéia.
De olho nos números certos
Num mar de especificações, uma das mais ignoradas é o tamanho, e não o número de pixels, do sensor de uma câmera. Sensores maiores geralmente levam a pixels maiores, o que resulta em algumas vantagens na hora de capturar uma imagem.
A mecânica disto tudo pode ser melhor compreendida imaginando o sensor de uma câmera digital como uma bandeja coberta de milhões (daí o “mega”) de pixels cilíndricos, como se fossem copos. Fótons (partículas de luz) passam através da lente da câmera e são “capturados” pelos copos na bandeja. Cada copo pode ser vermelho, verde ou azul (as três cores que formam a base para todas as outras). Quanto mais fótons um copo captura, mais brilhante é sua cor. Copos totalmente vazios são pretos, totalmente cheios são brancos.
Pixels (ou copos) maiores, com superfícies maiores, capturam mais fótons por segundo, o que na linguagem dos eletrônicos significa um “sinal mais forte”, e na linguagem das câmeras significa “menos ruído e cores mais limpas”. Pixels maiores também capturam mais fótons por exposição antes de encher, então são capazes de manter sua cor por mais tempo e não “esbranquecem” tão rapidamente quanto os pixels menores.
Como o tamanho do sensor nas câmeras compactas não aumentou muito, mas a quantidade de pixels sim, o único modo de conseguir isto é usando pixels menores. Por esta razão, geralmente não vale a pena pagar um extra pelo último “rei dos megapixels”, diz Phil Askey, editor do site dpreview.com, especializado em fotografia digital.
“Quando você vai além dos 7 ou 8 megapixels em uma câmera compacta, as lentes pequenas já não estão aguentando o tranco”, diz Askey. “E você está colocando tantos pixels em um sensor tão pequeno que o ruído começa a virar um problema de verdade. Começamos a nos preocupar com isso em 2006, mas de lá pra cá só piorou”.
A habilidade ainda é importante
Embora alguns especialistas acreditem que o ritmo da inovação no mundo da fotografia digital diminuiu, é sempre bom lembrar que na tecnologia as regras de hoje são os anacronismos de amanhã. Mas não importa quando o próximo avanço na fotografia digital virá, o velho provérbio que diz que o fotógrafo é a parte mais importante de uma boa foto sempre será verdade.
Leve em conta o caso do premiado fotógrafo Alex Majoli, conhecido por fazer fotos de guerras e outras imagens dramáticas para publicações como a National Geographic e a Newsweek – usando câmeras digitais compactas.
Ou tenha em mente as palavras críticas de Ansel Adams: “a incrível facilidade com a qual podemos produzir uma imagem superficial frequentemente nos leva ao desastre criativo.”    (www.infomaníaco.com.br)


 Tirando a prova dos nove!


Uma forma que achei de ilustrar o texto acima não poderia ser outra que não fosse postar imagens. Estas  duas fotos, como tantas outras, fiz com uma câmera compacta de 8.1 megapixels (no mercado das compactas já existem com mais de 12 megapixels),  e mesmo assim consegui realizar efeito de enfoque seletivo  mesmo que de uma forma mais simples em relação ao que faria com uma  reflex , e ainda fiz um corte tirando de cena o que não me interessava (o que facilita ainda mais para diminuir a qualidade da imagem) mas enfim, a questão é: priorizar tanto os tais "megapixels" na hora de comprar uma câmera não necessariamente significará sinônimo de fotos com qualidade, pois sensores, lentes e por último e lógicamente não menos importante , quem está por trás das lentes  é que realmente fazem a diferença.





08/01/10

Como enlouquecer um fotógrafo! Feliz dia do fotógrafo!


1- Convide
Convide-o para o seu aniversário e diga para ele “aproveitar” e levar a câmera para fazer umas fotinhos da galera. Amigo que fotografa bem, sem a câmera é meio amigo, então aproveite a amizade. Só assim você poderá ter fotos incríveis sem precisar contratar ninguém. Caso ele não possa ir em seu aniversário peça a câmera emprestada, afinal ele é seu amigo ou não é?

2- Reprove
Depois dele tirar uma foto sua numa festa, peça para ver a foto dele e reprove umas 15 vezes dizendo: “Ah, eu estou feia, tira outra?”, “Ah não gosto desse ângulo, tira outra?”, “Ah, fiquei gorda, tira outra?”, “Ah meu, saí com uma espinha!!, tira outra?”… reprovando as fotos ele pode ficar ali a noite toda fazendo um book só seu!Outra dica é dirigí-lo e ensiná-lo. Diga para ele “não é assim, é assado” e mande-o fazer o ângulo que você quer, afinal não tem nada demais limitar a criatividade dele.

3- Elogie
Depois de ver uma foto sensacional que só um bom fotógrafo pode fazer, diga a ele que A CÂMERA é demais, que hoje em dia as câmeras tem uma super tecnologia e uma super lente. Nunca elogie o olhar dele. Sempre repita: “Essa câmera é foda”, afinal essas câmeras já fazem tudo!

4- Desconcentre-o
Quando ele estiver trabalhando e tentando clicar aquele momento, puxe papo com ele, ou então fique entrando bem na frente, a todo momento.

5- Peça um favor
Seu amigo acabou de trocar a câmera profissional e ele precisa treinar com a nova. Então chegou a hora de realizar as fotos do Book dos seus sonhos! Pronto, é hora de pedir aquele “favor” e fazer as fotos “di grátis” sem precisar contratar ninguém.

6- Peça as fotos!
Em uma festa que ele esteja fotografando, interrompa-o e peça pra ele te mandar as fotos em que você saiu. Caso ele seja gentil e lhe peça um papel com endereço de e-mail, diga que não tem como anotar, então peça para ele mesmo anotar o seu e-mail. Lembre também que você PRECISA atualizar o seu orkut e facebook.Se ele demorar um dia para mandar, cobre uma, duas, três vezes até vencê-lo pelo cansaço.

7- Créditos
Caso ele tenha feito as fotos pra você ou lhe mandou gentilmente as fotos depois daquele evento, nem precisa se preocupar com os créditos. Dar créditos só por causa da troca de um favor? Fala sério!. E ainda, se ele mandar as fotos com o crédito na foto, apague. Fica feio o nome de uma pessoa numa foto que você vai colocar no orkut.

8- Copie
Use a foto dele (você pode copiar do Flickr!) para fazer aquele catálogo ou banner da sua empresa, afinal dificilmente ele vai descobrir que a sua loja, conhecida somente na região será vista por ele.

9- Desvalorize
Quando você pedir um orçamento de um Job e ele cobrar o preço que eles normalmente cobram, diga a ele que está caro, que seu sobrinho também tem “câmera digital” e poderia fazer até de graça. Diga ainda que hoje é muito mais fácil, é só clicar e baixar as fotos, que não tem custo algum. Afinal de contas não é como antigamente, em que o fotógrafo tinha que gastar para ampliar e revelar o filme. Hoje é tudo digital, não custa nada. Sem falar que este job pode servir de “portfólio” para ele!

10- Faça pose
Quando estiver naquele ambiente descontraído seja o único a fazer pose, sem ele pedir, olhe e fique sorrindo para a câmera. E para ajudar, saia em todas as fotos que puder. Se ele for fotografar uma só pessoa, entre na foto! se for só um casal de namorados, entre na foto! se for só a turma do ano passado da faculdade, não a sua, não faz mal, entre na foto!!!. O importante é sair em todas!

11- Critique
É engraçado, tem fotógrafo que gosta de fotografar mesmo nas horas de diversão. Neste caso, quando ver um amigo fotografando num churrasco ou numa festa por vontade própria, diga pra ele largar a câmera, que ele parece japonês!Quando ele estiver pirando naquelas posições contorcionistas só para pegar um detalhe besta daquela gota de orvalho numa folha, fala pra ele: “Para de ficar se matando aí, vem tirar uma foto da gente”!Aliás, esta é uma boa hora para aproveitar que ele está no lazer e pedir pra ele tirar fotos daquele seu vaso de plantas, do seu cachorro, do seu carro, do seu filho… Pô, já que tá com a câmera não custa aproveitar e tirar umas fotos pra você, né? (não esquece de pedir para ele te mandar no dia seguinte)

12- Pegue na câmera
Assim que ele tirar uma foto sua, puxe a câmera para ver como ficou a foto, como aqueles entrevistados que costumam pegar no microfone do repórter, manja?Ou então se o fotógrafo te pedir para você tirar uma foto com a câmera dele, você pode fazer duas coisas que vai deixá-lo loco: Use aquela sua mão que está cheia de gordura da coxa do frango que você acabou de comer colocando o dedo preferencialmente na lente.Outra dica é nunca usar a alça que evita a queda acidental do equipamento. Caso ele peça para você colocar a alça, diga que não precisa, que você é cuidadoso (a).

Seguindo esses passos você vai levá-lo a beira de um ataque de nervos...

É brincadeira um negocio desse...

(Marco Moreira)

07/01/10

True Colors

        Considero a fotografia em preto e branco  fantástica, pois  ela  foi feita "para ser vista com um olhar mais demorado"............... mas quando se fala em flores.............ohh as flores........estas pedem para "serem pinceladas" nas suas verdadeiras cores.










 

06/01/10

Fotógrafos/amigos em ação Fotografare Escola de Fotografia

Eu não poderia deixar de postar também  fotos para relembrar os colegas/amigos que fiz e tenho feito durante o curso da Fotografare Escola de Fotografia e associados do Fotoclube Vila Belga, coordenada pelo professor/amigo de fotografia David Kny. Amigos esses que se reúnem com um objetivo em comum: fazer com que determinada imagem trancenda molduras e retenha o tempo no seu momento mais preciso.

Profº David e alunos em ação em algumas das saídas fotográficas.






Acesse o link: www.fotografare.com.br



04/01/10

História da Fotografia


A fotografia foi anunciada ao mundo, oficialmente ,em Paris, na Academia de Ciências da França, no dia 19 de agosto de 1839, consagrando o processo desenvolvido por Louis Jacques Mandé Daguerre.
Pesquisadores existiam em outros locais, que também haviam chegado a resultados satisfatórios, mas não tiveram os "padrinhos" que Daguérre teve. Entre eles, Hércules Florence que, no Brasil, na então pequenina Vila de São Carlos (hoje a cidade de Campinas, SP), comprovadamente já realizara fotografias em janeiro de 1833 e foi o criador, em 1832, do vocábulo "Photographie", definidor do processo de impressão de imagens pela ação da luz. O fato é que o invento de Daguérre conquistou êxito mundial e rapidamente se tornou conhecido em todo o mundo.
No Brasil , chegou em Janeiro de 1840 pelas mãos do abade Louis Compte, que o demostrou no Rio de Janeiro. Com a divulgação do processo e sua repercussão popular, logo surgiram nos países da Europa e nos Estados Unidos, milhares de praticantes que em seguida se reuniriam em associações fotográficas onde expunham os resultados de suas pesquisas procurando aperfeiçoar o processo e discutiam as várias implicações técnico - artísticas que ele suscitava. Isso não aconteceu no Brasil, onde a divulgação da fotografia ficou restrita a poucos profissionais - a maioria dos quais estrangeiros que ali encontraram um novo e promissor meio de vida e, por razões obvias, procuravam guardar para si os "segredos" da nova arte .

Fontes:
Foto Cine Clube Bandeirante, Confederação Brasileira de Fotografia, A Fotografia Moderna no Brasil

01/01/10

A PAZ em forma de brisa

Mistério amor recôndito. Mar… essa pequena palavra expressa com leviandade, quase sem noção da sua força, da sua potência exposta na nossa vida.

Casa da natura, com ondas de viagens oceânicas onde a vida acontece nos silêncios da cumplicidade dos seus habitantes diversos…

Magia… das dispersas fontes de inspiração dos azuis sobrepostos. Cores desenhadas.

Areias… que sustentam um mundo escondido em segredos protegidos e proibidos.

Respeito…que as alternâncias impõem. Que as intempéries provocam…

Deste lado, em terra firme, sempre que posso vou visitar-te para acalentar a minha saudade, para sentir a tua mensagem…

Depois, depois volto as aventuras do quotidiano mais preparado e com maior capacidade para entender a vida, sempre pronto para voltar para perto de ti!

Difícil de entender… difícil de explicar esta nossa relação desconhecida…










Organizando




Desejos para 2010.......Porque o resto.......a gente corre atrás!